30 anos de cadeia para bandidos que mataram idosa com marretadas | TVFORENSE.com Televisão para Dispositivos Móveis

Homens que mataram idosa a golpes de marreta em Taubaté são condenados por latrocínio. Pena de 30 anos de reclusão em regime fechado.   A 3ª Vara Criminal de Taubaté, por decisão do juiz João Carlos Germano, condenou dois homens acusados de latrocínio ...

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30 anos de cadeia para bandidos que mataram idosa com marretadas

Publicado por: admin
07/08/2018 08:54:04
Courtesy Pixabay
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Homens que mataram idosa a golpes de marreta em Taubaté são condenados por latrocínio. Pena de 30 anos de reclusão em regime fechado.

 

A 3ª Vara Criminal de Taubaté, por decisão do juiz João Carlos Germano, condenou dois homens acusados de latrocínio à 30 anos de reclusão cada um, em regime inicial fechado. Segundo consta nos autos, os réus invadiram a casa da vítima, idosa, que no momento do crime estava dormindo. Com uma marreta, golpearam-na na região da cabeça, jogaram gasolina em seu corpo, subtraíram seus pertences e se apoderaram do carro estacionado em frente à residência.

 

Além do veículo, roubaram, entre outros objetos, celular, dinheiro, documentos pessoais, relógios e 277 baterias de celular. Todos os envolvidos no caso trabalhavam numa feira popular no centro da cidade e teriam, inclusive, viajado juntos a São Paulo para adquirir novas mercadorias.

 

“Analisando o conjunto probatório, notadamente as imagens extraídas das câmeras, os relatos das testemunhas, a confissão extrajudicial e a prova pericial, infere-se que os réus subtraíram um carro e diversos pertences que encontraram no imóvel, desferiram violentos golpes com uma marreta contra a cabeça da vítima, que foram a causa determinante do óbito, e a deixaram em sua cama para ali morrer”, escreveu o magistrado em sua decisão.

 

O juiz também vislumbrou dois agravantes genéricos: o crime foi praticado contra maior de 60 anos e com recurso que dificultou ou tornou impossível a defesa da vítima. Ele determinou que os réus continuem presos: “A infração penal praticada pelos acusados é de extrema gravidade e o retorno ao convívio social, neste momento, é inoportuno. Assim, para que a ordem pública permaneça acautelada, é necessária a manutenção da prisão dos acusados”, concluiu. Cabe recurso da decisão.

 

Processo nº 0010181-38.2017.8.26.0625

Fonte: Comunicação Social TJSP

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