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Estupro nunca é culposo e as vítimas não incitam ser estupradas!   Nesta terça-feira (03) o termo “estupro culposo” se tornou o mais comentado nas redes sociais, isso porque repercutiu no Brasil todo uma reportagem do The Intercept sobre o caso Mariana...

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Entenda o perfil psicológico dos estupradores

Publicado por: admin
04/11/2020 12:32:16
Reprodução Internet
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Estupro nunca é culposo e as vítimas não incitam ser estupradas!

 

Nesta terça-feira (03) o termo “estupro culposo” se tornou o mais comentado nas redes sociais, isso porque repercutiu no Brasil todo uma reportagem do The Intercept sobre o caso Mariana Ferrer. Pensando nisso, o psicólogo e escritor Alexander Bez nos ajuda a entender o perfil psicológico dos estupradores.

 

Nenhuma ação que envolve o estupro é ocasional, mas sim são atos pensados, podendo contar com o componente da “oportunidade”. Os estupros podem ser aleatoriamente executados ou propositalmente, tendo escolhido a vítima. A ato faz parte de uma condição mental psíquica — portanto não somente psicológica, mas de todo o aparelho psiquiátrico-psicológico. Estupradores psicologicamente explicando são normalmente impotentes, machistas, controladores e abusadores”, afirma, Alexander.

 

Segundo o psicólogo estupradores tem deficiências em seus aparelhos sexuais, por isso se excitam com a violência contra a vítima, independentemente das consequências. Estupro culposo não existe, porque a excitação dos executores não se condensa na sedução.  O acusado, projeta na vítima sua culpa, se auto absolvendo. O termo “estupro culposo” não existe à luz do direito, muito menos na esfera psicológica.

 

A sensação da impunidade é crucial para alavancar outros casos de estupro, principalmente quando o perpetrador é beneficiado socialmente. Essa tara é imutável e irrefutavelmente proposital por uma força que emana de suas instâncias mentais perturbadas e fragmentadas”, declara, Bez.

 

Para Alexander, Mariana não tem culpa de nada, mas seu agressor sim.  Que seja refeita a justiça, mas, dessa vez, a verdadeira.

 

Alexander Bez Psicologo

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