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Pré-candidatos que, porventura, apresentem programas de rádio e televisão, já não podem mais exercer suas atividades para beneficio próprio   Com as alterações do calendário para as el...

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Mídia e redes sociais podem causar impacto nas urnas

Publicado por: admin
30/08/2020 13:47:40
Courtesy Pixabay
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Pré-candidatos que, porventura, apresentem programas de rádio e televisão, já não podem mais exercer suas atividades para beneficio próprio

 

Com as alterações do calendário para as eleições deste ano, quando serão escolhidos prefeitos e vereadores, desde terça-feira (18/8), o juiz eleitoral já começa a nomear os membros das mesas receptoras e o pessoal de apoio logístico dos locais de votação para o primeiro e eventual segundo turnos de votação. Mas essa não é a única mudança aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), durante sessão administrativa na última quinta-feira (13/8).

 

Quatro resoluções que adequam as datas relacionadas ao processo eleitoral por conta do adiamento das eleições para novembro. Entre elas, o Calendário das Eleições Municipais de 2020. Algumas novas datas já estavam previstas na emenda, como a das convenções partidárias para deliberar sobre escolha de candidatos e coligações, que passaram para o período de 31 de agosto a 16 de setembro, enquanto o prazo final para o registro de candidaturas foi transferido para 26 de setembro.

 

Desta maneira, é preciso ter atenção a alguns pontos importantes os pré-candidatos destas eleições municipais que, porventura apresentem programas de rádio e televisão, estão proibidos de exercer suas atividades desde o dia 11/8. A data foi prevista pela Emenda Constitucional nº 107/2020, que adiou as eleições em razão da pandemia da Covid-19.

 

De acordo com o cientista político, Nauê Bernardo, esse afastamento “vem para impedir que esses candidatos, que já tem uma plataforma montada, se garantam nas redes sociais. O candidato que hoje tem essa presença massiva na mídia, acaba tendo vantagem em relação àquele outro que vai começar”, explicou.  

 

Para se ter uma ideia, nas eleições de 2016, dos candidatos que estiveram aptos a disputar um cargo, 1.219 declararam ao TSE exercer a profissão de Jornalista e Redator, enquanto outros 1.474 afirmaram trabalhar como Locutor e Comentarista de Rádio e Televisão e Radialista. Deste total, foram eleitos 137 candidatos que disseram ter ofício de Jornalista e Redator, além de 156 dos que atuam como Locutor e Comentarista de Rádio e Televisão e Radialista.


Fonte: Brasil 61 

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